Empreendendo na Era Pós-digital - Como preparar nossas crianças e nossos adolescentes - Start
06/05/2019

Empreendendo na Era Pós-digital - Como preparar nossas crianças e nossos adolescentes - Start

Empreendendo na Era Pós-digital - Como preparar nossas crianças e nossos adolescentes - Start
Como desenvolver as habilidades de empreendedorismo na era digital: primeiro precisamos emancipar os indivíduos e possibilitar que eles entendam o mindset do trabalho colaborativo e digital


Momentos especiais como o que vivi nos últimos três dias com o meu filho Gabriel, uma criança de 11 anos alegre, serelepe, cheia de energia e opinião própria (as vezes até um pouquinho demais, he he) é algo que preciso compartilhar pois acalma meu coração de mãe e de educadora e me faz ter certeza que temos a chance de preparar as melhores gerações para o futuro da humanidade. 


E o que o tema de Empreendedorismo na Era Pós Digital tem a ver com isso? Tudo!


Na sexta-feira levei a pecinha para abrir uma conta corrente em uma Cooperativa de Crédito aqui em Palhoça a fim de que comece a administrar as suas próprias finanças. Esse ponto é importante pois foi o desencadeador de tudo o que aconteceu na sequência. Cheguei a ficar tonta com as perguntas que ele fez ao Eduardo que nos atendeu com muita paciência e tentando acalmar a ansiedade do moço. Perguntou de tudo e saiu entendendo o processo de funcionamento de uma cooperativa e como funciona o sistema de juro bancário, as operações no aplicativo e até a diferença de investimento entre Poupança e aplicações com base no CDI. 


Através de atividades que ele vem desenvolvendo no Khan Academy ele está descobrindo um  mundo novo que ainda não é abordado pela escola na qual ele estuda e acredito que por muito poucas no Brasil, que é o mundo da economia e da educação financeira e pelo qual ele tem se apaixonado. 


Acredito que por isso tenha sido tão significante a experiência que ele viveu no banco ao sentir a responsabilidade pelas decisões do que vai fazer com o seu dinheiro. Questionou o uso do cartão de crédito e de débito e, quando começou a fazer as contas sobre os juros que teria no seu dinheiro aplicado ficou muito feliz com as perspectivas. Mais ainda, quando entendeu que teria participação nos lucros da cooperativa pela sua cota capital e já queria até saber a data da assembléia da cooperativa para participar das votações. kkkk


Essa experiência por si só, já teria valido o registro escrito pois foi algo que realmente teve um sentido para o Gabriel. Até o presente momento ele tinha sua mesada em dinheiro e a guardava em casa. Além disso a mesada do Gabriel é atrelada a alguns objetivos. Com a possibilidade de todo o mês estar realizando o depósito bancário ele já quis também garantir que terá o suficiente para pagar a cota capital na cooperativa e ainda comentou com o Eduardo, rapaz que o atendeu, que para ganhar a mesada ele precisava dar conta de alguns objetivos e não era assim tão fácil, segundo ele. kkkk. 


Mas ao sair do banco já senti que viriam algumas ideias. A pergunta dele foi: - Mãe se eu arrumar alguma forma de ganhar dinheiro tu me ajuda. - Lógico que sim, disse para ele, - aliás isso é o que muita gente também está procurando, uma fórmula de ganhar dinheiro. 


Ao chegar em casa ele me disse que tinha tido uma ideia de alugar bicicletas. Antes de criticar a ideia dele pedi que ele pesquisasse na internet para ser se alguém já não tinha feito isso e lógico que ele veio meio decepcionado dizendo que já existe. Além disso, conversamos sobre a logística da ideia, a complexidade inicial e os custos que precisaria se ele fosse criar o aplicativo e ele acabou desistindo dessa primeira ideia. Já estava nas fases de pesquisa de mercado e pivotagem da sua primeira solução. 


Na noite de sexta-feira, dia 03 de maio de 2019,  saímos para jantar, eu, meu marido e ele. Ao sair de casa ele pegou papel e caneta e disse: Vamos pensar no que posso fazer para ganhar dinheiro. Poderia dizer que durante o jantar saíram alguns protótipos de CANVAS para novos negócios que o Gabriel poderia tocar, do seu jeito e com as ideias que ele estava trazendo. A ideia das bicicletas,  lógico,  voltou para a mesa e ainda não foi totalmente descartada, mas de uma forma diferente, visando só alugar bicicleta entre interessados e bicicletas para pista de corridas, porém o próprio Gabriel sugeriu deixar essa ideia para um segundo momento quando já poderia contratar mais gente para ajudar ;-). 


Como a Bicicleta é algo que está presente nas coisas que ele gosta a outra ideia foi de vender água gelada na pista de Bicicross que tem em nosso bairro. O que achamos legal e demos o total apoio para ele. Então, essa ficou como uma das ideias possíveis.


Mas aí novamente com o foco na Bicicleta o moço começou a explorar a junção com outra coisa que ele gosta de fazer: cozinhar.  Como ele aprendeu a fazer panquecas  americanas a ideia dele seria sair de bicicleta e vender as panquecas na rua do nosso bairro, pois ele disse que ninguém vendia isso aqui, e é verdade. Começamos a questionar como ele faria para que as panquecas ficassem quentinhas. Várias ideias surgiram e, ele se deu conta que precisaria ser de outra forma para que as pessoas tivessem as panquecas fresquinhas para comer. 


Outro problema que levantamos em conjunto é sobre o tempo, ou seja quando ele iria fazer isso, pois durante a semana ele tem aula e nos turnos livres nem sempre iriamos conseguir ajudá-lo. Contudo a ideia da panqueca ficou na sua cabecinha e dentre diversas outras propostas foi a que ele mais gostou.


De forma muito natural esse caminho para um novo negócio do seu Gabriel foi seguindo e nos diversos questionamentos ele disse que iria então tentar vender no nosso prédio (Surgia a primeira ideia do MVP (Produto Mínimo Viável para um novo produto ser testado)). 


No seu desejo imenso de conseguir vender os seus próprios produtos, ele já queria vender no turno da manhã e da tarde. Depois de muita conversa surgiu a ideia de fazer uma enquete com os moradores do nosso prédio para ver qual o horário que eles iriam preferir as panquecas. 


Nessa proposta já estava desenhada a primeira forma de contato com os possíveis futuros clientes: No sábado pela manhã ele iria fazer as panquecas em tamanhos menores e oferecer para os vizinhos degustarem ao passo em que iria aplicar a pesquisa para saber qual o melhor horário para entregar as panquecas americanas.  


Combinamos com ele que essa atividade toda teria que ser feita depois das 9h da manhã para não tirar ninguém da cama numa madrugada de sábado e para que o mocinho controlasse a sua ansiedade. 


E esse foi o final da noite de sexta-feira que fez com que a pessoinha dormisse ansiosa pela manhã do sábado. 


Sábado de manhã o cozinheiro Gabriel foi então preparar as suas panquecas. Segundo ele as panquecas de sua dinda  Ana eram diferentes e ele foi pesquisar ha dias atrás como fazer as tais panquecas americanas, que havia comido na casa da sua madrinha. E o mocinho tem uma mão boa, pois na primeira vez que fez as panquecas, elas já ficaram gostosas. 


Assim, no sábado ele já tinha a receita anotada no Google Keep. Me pediu o celular emprestado, abriu o aplicativo do Google Keep na sua conta e foi dando conta dos ingredientes e dos passos para a receita. Logicamente que deixamos ele se virar com tudo, mas estando sempre por perto. Dessa forma as panquecas foram ganhando forma e a ansiedade do Gabriel aumentando. 


Durante o processo de fazer as panquecas ele foi trocando conosco as ideias que tinha para anotar os dados e depois analisar o que cada apto tinha dito para ele. Entreguei um pequeno bloquinho e sugerir que ele separasse as anotações pelo número do apartamento que votaria para as panquecas serem entregues no turno da manhã e os que votariam para ser no turno da tarde. Aí ele já criou um terceiro espaço para as que não iriam querer e já disse que iria ter um espaço para as encomendas, lembrando que o objetivo da primeira visita aos clientes era a degustação e a enquete. 


Também foi perguntado os custos de cada ingrediente e fazendo na cabeça a fração de quanto representava para ter uma ideia do valor gasto e de quanto iria cobrar por panqueca. Já elaborou uma estratégia de preço e para o cliente que comprasse quatro panquecas ele iria cobrar apenas três.


Tudo organizadinho, lá foi o nosso empresário mirim com sua bandeja de mini panquecas americanas  e o seu bloquinho de anotações. Eu e meu marido só escutávamos o ding dong da campanhia nos apartamentos vizinhos, rezando para ele não acordar ninguém (já era perto das 10h da manhã). Pensávamos que iria ser rápido o retorno do moço, mas ele até que demorou um pouquinho para voltar para casa. 


Finalmente quanto chegou olhamos para ele e estava uma alegria só, embora algumas das panquecas tenham voltado para casa. Perguntamos como foi e ele puxou o seu bloquinho de anotações, explicando que alguns apartamentos não tinha ninguém e que ele tinha anotado onde teria que ir nos outros dias.


De repente já tirou do bolso alguns trocados e disse: ‘Vendi para a vizinha de um apartamento 4 panquecas uma para cada um dos próximos sábados e ela já me pagou R$ 4,00 que é uma por semana por um mês e tem outras duas que querem panquecas no próximo sábado às 10h da manhã. 


Para quem está iniciando um novo negócio um ótimo retorno, considerando que nosso prédio é pequeno e nem todos os moradores estavam em casa e que foi a primeira abordagem.


Bom lá foi o moço organizar todas as suas anotações para que soubesse o que fazer no próximo final de semana. Claro que a ideia é envolvê-lo e ir estimulando ele a organizar o seu processo e aprender o que for possível nesta jornada empreendedora. 


Como pais estavámos já muito felizes com a caminhada e os planos do Gabriel e se ele apenas entregasse as que vendeu neste primeiro final de semana já estaria ótimo. 


Como nem tudo são flores a empolgação do moço tambémd esencadeou algumas outras atitudes que ao longo do dia fizeram até o mocinho passar mal, mas tudo isso faz parte do processo de amadurecimento e entendimento do caminho que precisamos para dar conta dos nossos desafios. 


Porém a nossa história ainda não termina aqui e, bem verdade ainda não sabemos com ela vai terminar, mas com certeza vou documentar toda essa jornada. 


No domingo de manhã, de bem com a vida novamente, o Seu Gabriel que sempre madruga levanta passado das 9h30min e vem cantarolando, me dá um beijo e diz: -Mãe hoje vamos fazer o site da Comida de Casa e também um cartão que nem o do pai. Eu olhei para ele com um olhar de ‘não estou te endendendo’ e ele disse:  - É, o nome da minha empresa vai ser Comida de Casa.


Não dei muita atenção naquele momento e continuei meus planejamentos de cursos. Após o meio dia ele me chamou para ver o que ele tinha feito e pedir ajuda para terminar. Olho para o computador e já está o site criado, com uma foto show de bola de capa. Ele me explica que vai ter um formulário para fazer o pedido pelo Google Forms, que também já estava criada com os dados que ele queria, pois ele quer vender para os vizinhos dos outros prédios e outras pessoas que queiram comprar as panquecas. 


Olho o site e dou os meus pitacos, mas ele monta tudo sozinho. O que precisei ajudá-lo foi em algumas correções ortográficas e em alguns substantivos próprios e já aproveitamos esse momento, para que de forma divertida, pois ele estava fazendo algo que queria muito, ele entendesse essa parte da linguagem escrita, onde ele tem uma certa dificuldade, ou melhor dizendo, um pequeno desinteresse em aprender. Hoje ele se deu conta da importância da escrita ser realizada da forma correta, sem erros e sem enjambrações.  


Na parte do formulário, sugiro para ele que precisa ter dois tipos de informações, um para quem não é do nosso prédio e outro para os que são moradores do nosso prédio. Apenas explico como funcionam as quebras de secção do Google Formulários, ou melhor, mostro como ele adiciona e para o que serve e em poucos minutos ele tem tudo pronto.


Às 16h30min da tarde de um domingo, apenas dois dias após a primeira conversa sobre uma forma de ganhar dinheiro, meu filhote de 11 anos tem um site de uma ideia de negócio prontinho e no ar, sem dores de cabeça, sem stress e sem frescura. Sim não tem um domínio registrado, mas esse problema resolvemos com um encurtador e o site por enquanto pode ser acessado pelo endereço gg.gg/comida-de-casa 



Depois de toda essa jornada ele sai feliz da vida para jogar futebol com o irmão mais velho e eu fico pensando em tudo o que tenho estudado, escrito e compartilhado com outros professores sobre um pouquinho do que aconteceu com o meu filho e das habilidades que consegui perceber e contribuir para que ele desenvolvesse.


O mindset dessa geração já está preparado para envolver o mundo digital em todas as soluções que eles irão pensar. No nosso caso aqui relatado, até ontem não tínhamos falado sobre internet, sobre mundo digital, vendas via redes sociais, nada. Hoje isso simplesmente aconteceu e o Gabriel trouxe naturalmente o que precisa ser realizado e assim será com os novos negócios que serão criados por essa criançada que hoje está nos bancos escolares. Contudo se eles não tiverem o acesso e as habilidades que precisam para juntar as oportunidades que o mundo vai oferecer estarão em grande desvantagem. 


O Gabriel acompanha minha jornada na luta pela maturidade digital no mundo educacional e conhece muitas ferramentas digitais o que ajuda a perceber o mundo de uma outra forma e o capacita a aprender rapidamente as tecnologias que ele ainda não conhece. 


O mundo do Google For Education é algo que ele domina e faz uso no seu processo de aprendizagem, mesmo que a escola dele ainda não tenha esse mindset e essa cultura desenvolvida. 


O que me preocupa é a necessidade de possibilitarmos a outras crianças que também tenham acesso a esse mundo que abre portas e desperta a criatividade, pois a solução de problemas e a garantia de um futuro para essa geração nova vai depender das suas atitudes empreendedoras aliadas ao seu nível de emancipação digital.  


Eu ainda estou envolta nas minhas reflexòes e meus filhotes já de volta. Após um banho e diversos beijos e abraços, pelos quais o seu Gabriel é movido, ele me diz: “Mãe falta fazer a logomarca e o cartão, me ajuda!”. Dou uma olhadinha para ele e digo: -procura na internet por um site que te ajude a fazer a logomarca, depois dou uma olhada e, lá se vai o mocinho de novo. Depois de uns 10 minutinhos ele tem uma série de ideias de logo e já tem dois protótipos de cartões pronto. Só nos pede algumas opiniões e finaliza a arte que aliás ficou muito legal e, eu, nem sei em que site ele fez isso. Talvez para futuros usos, precisará ser redesenhado, mas já tem forma, cores e presença da empresa que ele está criando: Comida de Casa. 



Com certeza todo esse cenário poderia ser trabalhado na escola do meu filho ou em qualquer escola, se fossem exploradas as habilidades necessárias para o empoderamento digital dessa criançada, bem como de  resolução de problemas e gestão de oportunidades, que nos leva ao desenvolvimento de competências empreendedoras. 


Infelizmente ainda não entendemos a relação que a tecnologia deve ter com o futuro. Se a criançada for desafiada, tiver atenção, for provocada e tiver oportunidades de juntar as habilidades que conhecem vão ir muito além das interações focadas exclusivamente na tecnologia, pois em toda essa experiência o Gabriel precisou interagir muito, seja conosco para negociar suas ideias, seja com os possíveis futuros clientes. O diferencial sempre está na junção dos ingredientes que usamos. Se hoje temos tecnologia, problemas complexos e uma geração com um potencial de aprendizado e envolvimento maior, o caminho é reunir todos esses elementos para que a solução apresentada tenha um sabor único. 


Como mãe e também como educadora tenho a clareza de que tudo o que faço, faço porque acredito numa escola diferente que possa atender ao meu filho e as crianças que outras pessoas amam, por isso sempre, sempre tenho os dois olhares presentes em todos os momentos: como mãe e como educadora. 


Por essa experiência vivida tenho o sentimento de gratidão, pois é o que realmente acredito: que precisamos estimular nas nossas crianças e nos nossos jovens para que eles possam mostrar o seu potencial para muito além do que acreditamos que eles já são capazes. 


Coincidentemente minhas experiências pessoais e profissionais acabam sempre casando os temas nos quais estou 100% envolvida. Esse ano mais do que nunca a Aprendizagem Baseada em Projetos, o Empreendedorismo e o Empoderamento Digital são prioridades nas minhas ações. Contudo se eu tivesse preparado toda essa jornada de forma intencional os resultados não teriam sido tão significativos. Aprendi muito com meu filho e penso que é isso que vai acontecer com os professores em sala de aula. Evidências que falam por si mesmo. 


Quanto ao Gabriel, pensa numa criança feliz que aprendeu muito e está se sentindo útil e desafiado. Hoje ao deitar ficou comentando comigo como vai ter que ser a planilha para controlar os custos de produção das panquecas e dos lucros obtidos e, me lembrando que vai precisar comprar toucas e luvas para fazer as próximas receitas. O difícil foi desligar o mocinho.


Para fechar esse relato cito abaixo as competências que o  Gabriel precisou colocar em prática para dar conta de toda essa jornada de empreendedor mirim, além de outras que ainda virão, pois essa jornada dele está começando e, como ele mesmo diz: pode dar certo, pode evoluir ou pode ser uma primeira experiência que mostrou como não fazer. Independente do resultado a experiência e as habilidades adquiridas são algo que ele vai levar para a vida. 



  • Comunicação

  • Pensamento Crítico

  • Colaboração

  • Criatividade

  • Negociação.

  • Fazer pesquisa de mercado.

  • Prototipar um produto.

  • Pivotar ideias.

  • Criatividade para a busca de um produto diferente do que existe onde ele mora.

  • Criatividade para pensar em como iniciar a sua venda

  • Estratégia para definir como iria iniciar a sua divulgação.

  • Controle de ansiedade para que as ações aconteçam no tempo certo.

  • Entendimento de medidas para realização de receitas.

  • Sequência de passos para a realização de receitas. 

  • Trabalho da frustração ao receber os primeiros nãos. 

  • Trabalho colaborativo na produção de planilhas para controle do orçamento.

  • Entendimento do preço de custo que compõe um prato.

  • Elaboração do preço de venda um produto.

  • Estimativa de quantidade e porções.  

  • Criação de formulários para venda usando o Google Formulários.

  • Criação de proposta diferenciada para os clientes que ele chamou de clientes VIP.

  • Personalização do Google Forms para os clientes personalizados.

  • Definição do nome da empresa. 

  • Criação de um logotipo para a empresa.

  • Produção textual para o site com as informações.

  • Localização de um site que pudesse montar o Logotipo e o cartão da empresa.

  • Criação de pastas no Google Drive

  • Upload de arquivos para o Google Drive

  • Compartilhamento de Fotos pelo Google Fotos

  • Elaboração do Site da empresa (Comida de Casa) no Google Sites. 

  • Publicação do Site.

  • Compartilhamento de todos os arquivos que ele gerou para que possamos acompanhá-lo.  




Conheça o site do Comida de Casa - gg.gg/comida-de-casa