Programação na Educação Básica
05/01/2017

Programação na Educação Básica

Programação na Educação Básica

Aprender a programar é tão crucial quanto aprender a ler e a escrever. Saiba porque.

Saber programar é uma das principais competências do século XXI. Quem não souber programar será programado, literalmente.

Até o ingresso nesse mundo digital e de alta tecnologia havia muitas oportunidades de trabalho operacional. 

Hoje se presencia um momento onde todas as funções operacionais serão substituidas por equipamentos eletrônicos, mecânicos e digitais.

Se você está pensando que isso irá gerar muito desemprego, você está certo.

Por outro lado será necessário um outro nível de competências para as pessoas aprenderem a programar esses dispositivos e dar-lhes a inteligências necessária a execução correta das funções operacionais e, essa competência: a programação pode e deve ser ensinada desde a infância. 

Quando pensamos hoje possibilitar educação para crianças e adolescentes temos que ter clareza de que os estamos preparando para um mundo novo, complexo e no qual desejamos que as pessoas possam trabalhar com o conhecimento.

Todo o trabalho com conhecimento hoje exige domínio de recursos digitais e cada vez mais conhecimento de programação.

Contudo o ensino de programação não é algo que deva acontecer de maneira fria, estanque e dissociada do processo de aprendizagem emocional ou social.

Pelo contrário, aprender programação é entender como resolver problemas de forma conjunta, como pensar em hipóteses possíveis, como desenvolver senso de pertencimento, como trabalhar em equipe e acima de tudo como planejar e entender etapas de projetos.

Diversas experiências pelo mundo afora e também pelo Brasil estão comprovando a importância e o diferencial de resultados nas instituições que estão adotando a programação no seu processo educacional.

No Brasil, ainda são poucas as instituições educacionais que tem um pé no futuro e estão trazendo a programação para a sua estrutura curricular formal.

No Rio Grande do Sul a Instituição Evangélica de Novo Hamburgo, através de suas duas escolas de Ensino Fundamental: a Oswaldo Cruz e o Colégio Pindorama estão adotando esse novo olhar pedagógico e já tem resultados concretos com estudantes e comunidades que comprovam o cenário aqui apresentado.

Outro aspecto de extrema importância é o entendimento de que esse processo precisa acontecer com o envolvimento dos professores e não com a contratação de especialistas em tecnologia da informação. 

A evolução e o ganho qualitativo na educação vai acontecer ao passo que os professores passem a conhecer as possibilidades do mundo digital, buscarem o seu letramento em programação e entenderem que podem aprender junto com os seus estudantes, construindo caminhos co-criados de forma colaborativa que irão levar a essa nova forma de fazer o processo pedagógico. 

O caminho para se chegar a essa prática exige o envolvimento de gestores educacionais e a construção de uma proposta pedagógica que envolva uma sólida capacitação de professores com foco no trabalho conjunto entre competências técnicas, cognitivas, emocionais e digitais. 

Agora cabe a pergunta: VOCÊ: professor, gestor, estudante: já criou o seu primeiro programa? 

Não..

Quer saber como fazer isso??  Nos contate…